Goiânia

R$ 4,1 bilhões em um semestre: Goiânia vende 42% acima de 2025, mas burocracia trava o MCMV

Mercado imobiliário de Goiânia movimenta R$ 4,1 bilhões no 1º semestre de 2026, com vendas 42% maiores que em 2025 — enquanto seis projetos do MCMV seguem parados na prefeitura.

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Panorama de Goiânia com casas em primeiro plano e skyline de prédios residenciais ao fundo

Um semestre de números recordes

O mercado imobiliário de Goiânia movimentou R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre de 2026, mantendo o patamar recorde de 2025 mesmo com juros elevados. Os dados são da Ademi-GO, apresentados em levantamento divulgado pelo Jornal Opção: foram 7.323 unidades vendidas em seis meses, crescimento de 42% sobre o mesmo período de 2025 — quase oito vezes a média nacional, de 5,4%.

O desempenho manteve Goiânia entre as quatro capitais que mais comercializam imóveis no país, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Os lançamentos também aceleraram: 6.606 unidades no semestre, alta de 35%, e mesmo assim as vendas superaram a oferta nova. O estoque caiu 6%.

O gargalo que preocupa o setor

Se a demanda é recorde, a travada está do outro lado do balcão. A Ademi-GO alerta que a lentidão na aprovação de projetos na prefeitura está represando investimentos — e atingindo em cheio a habitação de interesse social. Seis empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida estão aprovados e parados aguardando apenas a emissão da taxa pela prefeitura; um deles espera há mais de 200 dias.

O efeito aparece nos números: Goiânia registrou a terceira maior queda do país nas contratações de financiamento pelo MCMV, retração de 16,1%. É um contrassenso em uma cidade com déficit habitacional relevante e demanda aquecida.

O que muda para proprietário, corretor e comprador

Para quem vende, o cenário é favorável: estoque em queda, demanda forte e valorização dos bairros nobres gerando efeito dominó nos vizinhos. Imóvel bem posicionado gira rápido.

Para o corretor, a combinação de vendas recordes com oferta travada significa disputa por produto bom. Ter acesso a uma base ampla de imóveis virou vantagem competitiva real — não dá mais para depender só da carteira própria.

Para o comprador, a perspectiva de início do ciclo de queda da Selic, apontada pela própria Ademi-GO, tende a aquecer ainda mais o crédito imobiliário nos próximos meses. Quem espera pode encontrar preços maiores à frente.

Onde entra a Chave7

Em um mercado que vende em ritmo recorde, velocidade de distribuição é o que separa o imóvel que gira do que encalha. A Chave7 opera em Goiânia e Uberlândia com um modelo de distribuição ativa: o imóvel cadastrado pelo proprietário é levado por centenas de corretores diretamente aos compradores com potencial real. A busca na base — que soma 8.431 imóveis — é gratuita e ilimitada para corretores.

Perguntas frequentes

Quanto o mercado imobiliário de Goiânia movimentou em 2026?

R$ 4,1 bilhões só no primeiro semestre, com 7.323 unidades vendidas — alta de 42% sobre o mesmo período de 2025, segundo dados da Ademi-GO.

Por que o Minha Casa, Minha Vida está travado em Goiânia?

Segundo a Ademi-GO, seis projetos de habitação de interesse social estão aprovados mas parados aguardando a emissão da taxa pela prefeitura — um deles há mais de 200 dias. A cidade teve a terceira maior queda do país em contratações do MCMV (-16,1%).

Como um corretor de Goiânia pode ter acesso a mais imóveis para oferecer?

Pela Chave7: a busca na base de 8.431 imóveis de Uberlândia e Goiânia é gratuita e ilimitada, e o contato do proprietário é desbloqueado na hora quando o corretor encontra o imóvel certo para o cliente.