93 anos de Goiânia: de capital planejada a referência do mercado imobiliário
A capital completa 93 anos com 1,5 milhão de habitantes, a sexta maior renda entre capitais e um mercado imobiliário pujante. Veja o que isso significa para quem compra, vende ou trabalha com imóveis.

De planejada a pujante: o que 93 anos explicam do mercado de Goiânia? Não. De Uberlândia? Também não — o recorte aqui é outro.
O que os 93 anos de Goiânia dizem sobre o mercado imobiliário
Goiânia completou 93 anos neste sábado (24) com um número que resume a trajetória: de uma capital planejada para menos de 50 mil habitantes a uma metrópole regional de 1,5 milhão de pessoas, segundo estimativa do IBGE. A reportagem do g1 Goiás traçou o arco: a cidade nasceu para ser sede administrativa, ganhou corpo com o comércio, a construção de Brasília e a expansão das rodovias do Centro-Oeste — e hoje tem a sexta maior renda mensal entre as capitais brasileiras.
Para quem compra, vende ou aluga imóvel na capital, o dado importa menos pela nostalgia e mais pelo que ele projeta: cidades que diversificam a economia tendem a sustentar demanda habitacional por mais tempo.
Uma economia que não depende de um setor só
O PIB goianiense costuma ser associado ao agro, mas os números da Pnad Contínua mostram outra foto. A população ocupada se distribui por serviços, comércio, indústria e administração pública, com rendimento médio mensal de R$ 5.496. É essa base diversificada que segura o mercado imobiliário mesmo quando o crédito aperta.
A construção civil segue como termômetro. No primeiro semestre de 2026, a capital vendeu 7.323 imóveis, e os lançamentos do programa Minha Casa, Minha Vida cresceram mais de 80% na comparação anual — movimento que puxa desde o segmento econômico até o alto padrão do Setor Marista e do Jardim Goiás.
Bairros que contam a história
O desenho urbano de Goiânia explica parte do comportamento dos preços. O Centro e Campinas concentram o comércio histórico; o Setor Bueno e o Marista viraram sinônimo de valorização, com o metro quadrado pressionado pela escassez de lançamentos; regiões como o Sudoeste e a Serrinha absorvem a expansão mais recente, com produtos compactos e condomínios de casas.
Para o corretor, o recorte é prático: cada região atende um momento de vida e uma faixa de renda diferentes. O comprador que sai do aluguel em Campinas não é o mesmo que busca uma cobertura no Jardim Goiás — e o estoque disponível em cada praça reage a estímulos distintos.
O que vem pela frente
Especialistas ouvidos pela reportagem apontam a tecnologia e a inteligência artificial como próximos vetores de modernização da economia local. Na prática imobiliária, isso já aparece na forma como imóveis são buscados, comparados e negociados.
É nesse ponto que plataformas de distribuição ativa ganham relevância. Na Chave7, o corretor de Goiânia acessa uma base com milhares de imóveis — a plataforma reúne 8.431 imóveis cadastrados, com 2.595 ativos neste momento — e fala direto com o proprietário verificado, sem intermediar dezenas de contatos. Para o proprietário que quer vender, o cadastro é gratuito e coloca o imóvel na mão de centenas de corretores que atuam na capital.
Perguntas frequentes
Goiânia ainda é um bom mercado para comprar imóvel em 2026?
Os indicadores apontam que sim: vendas em alta no primeiro semestre, economia diversificada e renda média entre as maiores das capitais. O ponto de atenção é a escassez de lançamentos em bairros valorizados, que pressiona preços de usados bem localizados.
Quais regiões de Goiânia concentram a maior valorização?
Setor Bueno, Marista e Jardim Goiás lideram em preço por metro quadrado. Regiões de expansão como Sudoeste e Serrinha têm registrado valorização acima da média nos últimos 12 meses.
Como um corretor de Goiânia encontra mais imóveis para oferecer?
Além da prospecção tradicional, plataformas como a Chave7 dão acesso a uma base com contato direto do proprietário. A busca é gratuita e ilimitada; paga-se apenas para destravar o contato do dono do imóvel.

